Paulo e Estêvão - Comentário

Nestes dois textos, que são fruto do estudo da mocidade do CEMFS, para o evento Bate-papo com Emmanuel, cabe a nós reconhecer, em primeiro lugar, o quanto a obra Paulo e Estevão ainda exigirá de nós, no capítulo da percepção das sutilezas e transcendências que nela se encontram encerradas.

No primeiro texto enfocamos a fé nos relatos de Emmanuel sobre a vida de Paulo. No segundo, nosso objetivo é tão somente destacar algumas falas de Estêvão e Abigail, que achamos significativas. O destaque a elas vem de sua importância essencial e do fato de serem às vezes menos lembradas. A escolha dos trechos abordados em ambos os textos nos chegou devido à percepção geral de sua relevância no entendimento do ser religioso verdadeiro, em contraste com nossas costumeiras ilusões de fé que, eivadas de orgulho e vaidade, nos fazem errar desastradamente nos vários setores da vida, resultando às vezes numa atitude religiosa insincera, morna e despropositada, salientando, no entanto, a esperança e a fé na obtenção das virtudes essenciais, que nos levam a resultados opostos.

Lembramos também que os comentários são sobre a obra de Emmanuel e não constituem instrução direta de nossa parte, pois nossa infinita incapacidade moral não nos permitiria tais arroubos infantis. Vale também ressaltar que fazem parte da dedução e experiência daqueles jovens e dos poucos adultos que participam do colegiado da Mocidade do Centro Espírita Manoel Felipe Santiago, estando, portanto, longe de ser a última palavra no assunto. Nosso objetivo, grafando este trabalho, é deixar um registro das conclusões de oito meses de estudo desses jovens sobre essa obra de Emmanuel, para posterior melhoramento e até correção das deduções hoje alcançadas.